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Percorri um longo caminho até chegar a uma agência de casamentos. Na noite, eu só encontrava passatempo. Então, tentei sites de relacionamentos. Fui a alguns encontros, mas, quando chegava perto,
o cara não combinava comigo ou só queria sexo. eu já tinha lido uma reportagem sobre agências de casamento e resolvi testar.
No início, relutei. Era difícil assumir que as formas convencionais não tinham dado certo comigo. Mas a vontade que eu tinha
de ter uma amor me fez vencer o preconceito e o medo de arriscar. Em 2004, fiz a primeira entrevista. eu estava na sala de espera
e vi um rapaz bonito saindo da sala da psicóloga. Isso me empolgou.
Pela agência tive oito encontros. O papo era bom, mas não rolava uma paixão. Quando não tinha química batia o desânimo. Ate que o Alexandre
me ligou. Pela voz, já percebi que tinha um bom humor e que era inteligente. Ele me convidou para sair e, no final da noite, a gente se beijou. Foi lindo,
No dia seguinte, saímos para tomar um sorvete e ele me pediu em namoro. Era a tal química que tinha batido, e forte. Tenho a sensação de que a gente
já se conhece há anos. Temos gostos parecidos e acho que vai dar certo morar junto. É ótimo estar amando depois de tantos anos sozinha. Estou construindo um relacionamento
com um homem especial, que eu já admiro e que me atrai. Com o Alexandre, sou feliz.

Márcia Scalice Nunes, 34 anos, terapeuta ocupacional
Sempre priorizei a profissão. No pouco tempo que sobrava, saía com os amigos, mas sabia que a chance de conhecer alguém na noite legal era mínima. Em 2001, conheci a dona de uma agência de casamentos,
que me explicou como era o seu trabalho. O que mais me atraiu foi a possibilidade de encontrar alguém que gostasse das mesmas coisas que eu. Assim, conheci sete mulheres.
Lembro que meu primeiro encontro deste tipo não foi bom, não deu aquele clique. O segundo foi uma paixão avassaladora, que terminou em um mês. Mesmo assim, não desanimei. Eu continuava
a sair com amigos e a agência era uma dentre tantas possibilidades de conhecer alguém. Em janeiro conheci a Márcia e a pedi em namoro. Não tenho vergonha de dizer que a conheci pela agência.
Os amigos dizem que não teriam coragem de assumir, que isto demonstra incapacidade de conseguir uma namorada sozinho. Mas, se eu fosse contar apenas com o destino, talvez não encontrasse a Márcia
e não vivesse esse grande amor.
Alexandre Prestes, 32 anos, geógrafo
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Amada Cláudya, bom dia!
Ontem eu pensei tanto em vc, mas tanto, que decidi escrever... Sei que vc é uma pessoa muito ocupada, mas eu fiquei pensando sobre como é bom a gente pedir ajuda quando estamos com alguma dificuldade em nossa vida. Foi isso o que fiz quando procurei o serviço da A2. Baixei a cabeça e pedi ajuda. Reconheci que havia algo de errado na maneira como eu vinha vendo os relacionamentos. Havia muito medo em minha visão, consequência da criação que tive. A minha mãe sempre projetou em mim as piores coisas sobre os homens e os relacionamentos. Falava pra eu nunca casar, nunca ter filhos, que homem não prestava, etc e etc... Assim, cresci com muito medo de ter uma relação com alguém. E toda vez que eu conhecia um homem e começava a me relacionar, passava um tempo e dava tudo errado Cláudya... Até que me tornei a mulher invisível!!! Pensava: meu Deus, onde vou encontrar uma pessoa legal? Porque comigo acontece dessa maneira? Sou tão cheia de qualidades, mas... não rola! Aí, vi vc na televisão e se acendeu em mim uma esperança. Só que eu não imaginava que na agência eu encontraria tantas coisas bacanas, como os cursos que vc nos dá. E daí pra frente Cláudya, são tantas aberturas que eu só tenho a agradecer! Sinceramente, me incomoda alguns comentários de alguns dos clientes que dizem que a A2 não arruma ninguém pra eles... Mas eu penso que isso não é dever da A2. Ela já aproxima as pessoas, porém, se a pessoa está fechada em seus medos e preconceitos, não há agência que dê jeito não é mesmo? Rsrsrs... Eu só digo que estou muito satisfeita e tenho certeza de que em breve, vou encontrar alguém especial, sabe por que? Porque eu estou me abrindo e me preparando para isso, não apenas esperando que a A2 coloque o príncipe encantado no meu colo. Eu concordo com muitas das coisas que vc falou no Deusas... sobre estarmos receptiva ao homem e não brigar com a energia masculina. E era justamente um dos meus problemas... brigando com a energia masculina e não me aceitando na plenitude de mulher... Que homem quereria uma mulher assim né? Nenhum... rsrsrs... Outra coisa... eu tb só queria receber, não estava disposta a dar. E agora que estou, gradativamente, abrindo o meu coração e me doando tb, nossa, quantas dádivas eu recebo!!! Assim, concluo... ter procurado a sua agência foi a melhor coisa que fiz nesse ano. Só tenho a agradecer Cláudya. Me sinto muito melhor, minha autoestima tá ótima, as pessoas vêem paz em mim. Não tenho mais aquela ansiedade e aquela insegurança louca. Neutralizei a ação negativa da minha mãe, e, como te disse, pretendo levá-la ao próximo Deusas!!! Por isso Cláudya, quando alguém vem me perguntar alguma coisa, se a A2 tá me mandando pretendente, se eu estou gostando, se isso e se aquilo, eu digo que sim, estou gostando de tudo, e que a A2 é excelente pra quem quer abrir o coração de verdade e aprender a se amar, e é só assim que podemos nos relacionar com alguém... na plenitude!
Cláudya, te envio um caminhão de beijos e abraços e peço a Deus que te ilumine sempre, cada vez mais, pra que vc continue com esse trabalho tão lindo e que continue encontrando os elos dessa corrente que objetiva trazer um pouco mais de carinho e aconchego para as nossas vidas! Eu já me considero um dos elos... rsrsrsrs...
Namaste Mestra!
Sammy
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